terça-feira, 17 de julho de 2012
Novidades e Final Infeliz
Faz tempo que não escrevo meu dia-a-dia em lugar nenhum. Costumava escrever na minha agenda. Isso mesmo, que nem menina escrevendo no diário, não tenho vergonha de assumir isso. Me arrependo é de não ter escrito mais vezes, pois meus "diários" não eram tão diários assim.
De qualquer forma, depois que comecei a trabalhar escrevi menos. Mesmo tendo mais opções de mídia para registrar meu dia-a-dia: além de agendas, computador, gravador, câmeras digitais, internet... Estaria feito hoje em dia com a facilidade de se registrar as coisas, os momentos, mas mesmo assim não tenho muitos registros dos acontecimentos dos últimos 10 anos...
Não estou aqui para contar tudo o que aconteceu, e nem mesmo quero resumir o que aconteceu nesse tempo. Até gostaria de fazer isso, mas em uma outra postagem, ou outras postagens, depois de uma pesquisa minuciosa. Muita coisa aconteceu, momentos bons, momentos péssimos (os piores da minha vida até hoje), mas o que quero registrar agora é como estou me sentindo nesse momento.
Eu já não sou mais tão novo, apesar de não ter muita experiência com muita coisa nessa vida, mas sei que isso vai passar, sempre passa. Mas o ruim é o momento, o agora.
Uma das experiências que tive pouco tempo foi sair com mulheres. Conheci algumas, saí, fiquei, mas isso teve pouco tempo (a partir de uns 2 anos pra cá). Mas conheci uma, que sinceramente achei que fosse mais uma que fosse passar na minha vida.
Só que, não sei o porquê, parei nela. Não a conhecia antes, só de vista há pouco tempo. Saímos pela primeira vez no dia 11 de dezembro de 2011, no aniversário de 15 ans da Ana da Turma da Paçuaré. Desde então não paramos de sair. Pelo menos nos finais de semana tínhamos que inventar alguma coisa. Ela já havia ido em minha casa algumas vezes. Mas pra eu ir na casa dela demorou um pouco. Mas desde que pude ir, passei a ir lá quase todos os dias. Ultimamente estava dormindo lá quase todo dia.
Participei das festas das filhas dela. Ah, seu nome é Nádia e tem duas filhas, uma de 9 anos chamada Gabrielle Vitória e outra de 3 chamada Isabelle Vitória. Ambas nasceram prematuras de 6 meses. Alguns aniversários e festas de parentes e amigos dela...
Tudo ia indo, estávamos namorando mas se assumir nada. Eu tinha e não tinha um compromisso com ela, sei lá. Estou me mudando pra Santa Cruz pois fica mais perto do meu trabalho, e transferia a faculdade pra cá. Havia tomado essa decisão há um tempo, já estava com ela, mas não como estava nos últimos dias, e só pensei no meu lado profissional. Tenho tido dificuldade de me concentrar nos estudos e nos trabalhos, tanto na CET quanto por fora. Acredito que a distância é um fator muito relevante. Já havia tomado a decisão quando falei com ela, e não pensei em levá-la, pois acho que não iria ajudar, pois preciso de tempo pra me concentrar nas minhas coisas. Mas mesmo assim, ela sabendo disso, eu já com a minha casa praticamente arrumada por aqui, continuamos a sair, e na verdade ficamos mais próximos nos últimos dias. Estávamos levando pra ver no que ia dar.
Mas, mais uma vez fui surpreendido pelo dia "14". Nesse dia, o último sábado (14/07/2012), tinha acordado na casa dela, e ela resolveu mexer no meu celular. Como já havia contado algumas coisas pra ela, facilmente soube driblar a senha, e leu meu arquivo de SMS. Tinha muita coisa lá, de gente que eu dizia não ter mais contato, com mensagens recentes... Aí, a casa caiu... Nem tive muito o que dizer. Como ela disse, menti uma vez vou mentir sempre. Ela já não acreditava muito em mim. Não acredita que dormi aqui na CET de um dia pro outro fazendo trabalho, não acredita nas minhas intenções quanto a vir morar por Santa Cruz, não acredita nas histórias de Regiane... Muita desconfiança, e eu dei motivo. fazer o que...?
Só sei que, já sinto saudades. Ainda ligo de manhã quando acordo por causa das filhas dela. Eu devia ajudar ela a ter responsabilidade, e isso me ajudaria também, mas estávamos sendo dois irresponsáveis juntos
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