Terminamos o namoro no dia 1 de fevereiro, sexta. Eu que dei mole. Fui chegar tarde em casa e ignorei o celular. Tinha ido passear depois que entreguei a chave da casa em Santa Cruz, deixando o celular no carro. Tinha mais de 15 chamadas...
Quando cheguei, fui falar com ela. Em seguida ela foi me entregando as minhas coisas que estavam na casa dela.
Agora foi pra valer. Não sei como vai ser daqui pra frente. Sei que se ela gostava mesmo de mim, eu não correspondi à altura. Não cheguei a trair, mas faltei com o respeito. Eu não sei definir o amor que sinto por ela, pois acho que quem ama não faz o que fiz de errado com ela. Mas penso nela, nas suas filhas, sinto vontade de ajudá-las de alguma forma. Sinto ciúmes.
Ela cuidava bem de mim, mas algumas vezes me maltratava, me destratava na frente das filhas, me menosprezava, eu me sentia impotente perto dela, menos importante. Isso ia me desanimando, pois era raro as vezes que concordava comigo, mesmo quando eu concordava com ela tinha um porém. Era incrível! Mas tem o lado bom, pelo menos vi que nem tudo que penso ser certo pra mim é certo pro outro. E ela pelo menos tinha personalidade.
Eu pelo contrário, não tinha certeza de quase nada do que fazia. Não passava segurança pra ela, e ela é do tipo que não tá pra brincadeira. Não sei mesmo porque ela foi namorar comigo tanto tempo. Deve ter gente que acha que é por causa do meu emprego, funcionário público. Mas não acredito muito não, pois ela tem condições de conseguir coisa melhor. Deixei a desejar em muitos aspectos...
Agora vou parar de escrever que to cansado. Acho que consegui resumir alguma coisa do que passa pela minha cabeça agora, no segundo dia sem a Nadia.
domingo, 3 de fevereiro de 2013
The E.N.D.
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