Hoje, na parte da manhã, fiz o procedimento normal dos meus últimos dias. Acordei na casa da Nádia, no chão da sala pois sua cama é pequena e está quebrada. Com ela e suas filhas. Hoje um pouco diferente, sem conchinha, nem abraço, nem esfregação de perna, nem beijo...
Levantei as 7:00h ao som da buzina do padeiro e comprei 8 pães (2 reais amanhã eu pago). Tomei meu café e fui embora. Todas dormindo.
Em casa, demorei pra me arrumar como sempre. Já na rua, Carlinhos me liga pedindo alteração num projeto que tá rendendo desde o final de semana. Voltei pra casa. Nisso, a Nádia me ligou pedindo pra pasar na casa dela antes de ir.
Lá ela foi direta. Me perguntou se queria dar um TEMPO. Eu aceitei pois acho que temos ficado nervosos um com o outro muitas vezes ultimamente. Ela disse que foi por causa do episódio da escada ontem, e também por eu não aceitar suas filhas. Eu falei um pouco mas aceitei na boa e parti.
Vamos ver como vai ficar.
sexta-feira, 25 de janeiro de 2013
Tempo
terça-feira, 21 de agosto de 2012
Pensamento incompleto do dia 17 de julho de 2012 sobre a Nadia
Faz tempo que não escrevo meu dia-a-dia em lugar nenhum. Costumava escrever na minha agenda. Isso mesmo, que nem menina escrevendo no diário, não tenho vergonha de assumir isso. Me arrependo é de não ter escrito mais vezes, pois meus "diários" não eram tão diários assim.
De qualquer forma, depois que comecei a trabalhar escrevi menos. Mesmo tendo mais opções de mídia para registrar meu dia-a-dia: além de agendas, computador, gravador, câmeras digitais, internet... Estaria feito hoje em dia com a facilidade de se registrar as coisas, os momentos, mas mesmo assim não tenho muitos registros dos acontecimentos dos últimos 10 anos...
Não estou aqui para contar tudo o que aconteceu, e nem mesmo quero resumir o que aconteceu nesse tempo. Até gostaria de fazer isso, mas em uma outra postagem, ou outras postagens, depois de uma pesquisa minuciosa. Muita coisa aconteceu, momentos bons, momentos péssimos (os piores da minha vida até hoje), mas o que quero registrar agora é como estou me sentindo nesse momento.
Eu já não sou mais tão novo, apesar de não ter muita experiência com muita coisa nessa vida, mas sei que isso vai passar, sempre passa. Mas o ruim é o momento, o agora.
Uma das experiências que tive pouco tempo foi sair com mulheres. Conheci algumas, saí, fiquei, mas isso teve pouco tempo (a partir de uns 2 anos pra cá). Mas conheci uma, que sinceramente achei que fosse mais uma que fosse passar na minha vida.
Só que, não sei o porquê, parei nela. Não a conhecia antes, só de vista há pouco tempo. Saímos pela primeira vez no dia 11 de dezembro de 2011, no aniversário de 15 ans da Ana da Turma da Paçuaré. Desde então não paramos de sair. Pelo menos nos finais de semana tínhamos que inventar alguma coisa. Ela já havia ido em minha casa algumas vezes. Mas pra eu ir na casa dela demorou um pouco. Mas desde que pude ir, passei a ir lá quase todos os dias. Ultimamente estava dormindo lá quase todo dia.
Participei das festas das filhas dela. Ah, seu nome é Nádia e tem duas filhas, uma de 9 anos chamada Gabrielle Vitória e outra de 3 chamada Isabelle Vitória. Ambas nasceram prematuras de 6 meses. Alguns aniversários e festas de parentes e amigos dela...
Tudo ia indo, estávamos namorando mas se assumir nada. Eu tinha e não tinha um compromisso com ela, sei lá. Estou me mudando pra Santa Cruz pois fica mais perto do meu trabalho, e transferia a faculdade pra cá. Havia tomado essa decisão há um tempo, já estava com ela, mas não como estava nos últimos dias, e só pensei no meu lado profissional. Tenho tido dificuldade de me concentrar nos estudos e nos trabalhos, tanto na CET quanto por fora. Acredito que a distância é um fator muito relevante. Já havia tomado a decisão quando falei com ela, e não pensei em levá-la, pois acho que não iria ajudar, pois preciso de tempo pra me concentrar nas minhas coisas. Mas mesmo assim, ela sabendo disso, eu já com a minha casa praticamente arrumada por aqui, continuamos a sair, e na verdade ficamos mais próximos nos últimos dias. Estávamos levando pra ver no que ia dar.
Mas, mais uma vez fui surpreendido pelo dia "14". Nesse dia, o último sábado (14/07/2012), tinha acordado na casa dela, e ela resolveu mexer no meu celular. Como já havia contado algumas coisas pra ela, facilmente soube driblar a senha, e leu meu arquivo de SMS. Tinha muita coisa lá, de gente que eu dizia não ter mais contato, com mensagens recentes... Aí, a casa caiu... Nem tive muito o que dizer. Como ela disse, menti uma vez vou mentir sempre. Ela já não acreditava muito em mim. Não acredita que dormi aqui na CET de um dia pro outro fazendo trabalho, não acredita nas minhas intenções quanto a vir morar por Santa Cruz, não acredita nas histórias de Regiane... Muita desconfiança, e eu dei motivo. fazer o que...?
Só sei que, já sinto saudades. Ainda ligo de manhã quando acordo por causa das filhas dela. Eu devia ajudar ela a ter responsabilidade, e isso me ajudaria também, mas estávamos sendo dois irresponsáveis juntos, a verdade é essa. A ...
Não terminei, depois passou, conversamos, brigamos, ou melhor, ela brigou comigo e voltamos mais duas vezes... Vai entender...
terça-feira, 17 de julho de 2012
Novidades e Final Infeliz
Faz tempo que não escrevo meu dia-a-dia em lugar nenhum. Costumava escrever na minha agenda. Isso mesmo, que nem menina escrevendo no diário, não tenho vergonha de assumir isso. Me arrependo é de não ter escrito mais vezes, pois meus "diários" não eram tão diários assim.
De qualquer forma, depois que comecei a trabalhar escrevi menos. Mesmo tendo mais opções de mídia para registrar meu dia-a-dia: além de agendas, computador, gravador, câmeras digitais, internet... Estaria feito hoje em dia com a facilidade de se registrar as coisas, os momentos, mas mesmo assim não tenho muitos registros dos acontecimentos dos últimos 10 anos...
Não estou aqui para contar tudo o que aconteceu, e nem mesmo quero resumir o que aconteceu nesse tempo. Até gostaria de fazer isso, mas em uma outra postagem, ou outras postagens, depois de uma pesquisa minuciosa. Muita coisa aconteceu, momentos bons, momentos péssimos (os piores da minha vida até hoje), mas o que quero registrar agora é como estou me sentindo nesse momento.
Eu já não sou mais tão novo, apesar de não ter muita experiência com muita coisa nessa vida, mas sei que isso vai passar, sempre passa. Mas o ruim é o momento, o agora.
Uma das experiências que tive pouco tempo foi sair com mulheres. Conheci algumas, saí, fiquei, mas isso teve pouco tempo (a partir de uns 2 anos pra cá). Mas conheci uma, que sinceramente achei que fosse mais uma que fosse passar na minha vida.
Só que, não sei o porquê, parei nela. Não a conhecia antes, só de vista há pouco tempo. Saímos pela primeira vez no dia 11 de dezembro de 2011, no aniversário de 15 ans da Ana da Turma da Paçuaré. Desde então não paramos de sair. Pelo menos nos finais de semana tínhamos que inventar alguma coisa. Ela já havia ido em minha casa algumas vezes. Mas pra eu ir na casa dela demorou um pouco. Mas desde que pude ir, passei a ir lá quase todos os dias. Ultimamente estava dormindo lá quase todo dia.
Participei das festas das filhas dela. Ah, seu nome é Nádia e tem duas filhas, uma de 9 anos chamada Gabrielle Vitória e outra de 3 chamada Isabelle Vitória. Ambas nasceram prematuras de 6 meses. Alguns aniversários e festas de parentes e amigos dela...
Tudo ia indo, estávamos namorando mas se assumir nada. Eu tinha e não tinha um compromisso com ela, sei lá. Estou me mudando pra Santa Cruz pois fica mais perto do meu trabalho, e transferia a faculdade pra cá. Havia tomado essa decisão há um tempo, já estava com ela, mas não como estava nos últimos dias, e só pensei no meu lado profissional. Tenho tido dificuldade de me concentrar nos estudos e nos trabalhos, tanto na CET quanto por fora. Acredito que a distância é um fator muito relevante. Já havia tomado a decisão quando falei com ela, e não pensei em levá-la, pois acho que não iria ajudar, pois preciso de tempo pra me concentrar nas minhas coisas. Mas mesmo assim, ela sabendo disso, eu já com a minha casa praticamente arrumada por aqui, continuamos a sair, e na verdade ficamos mais próximos nos últimos dias. Estávamos levando pra ver no que ia dar.
Mas, mais uma vez fui surpreendido pelo dia "14". Nesse dia, o último sábado (14/07/2012), tinha acordado na casa dela, e ela resolveu mexer no meu celular. Como já havia contado algumas coisas pra ela, facilmente soube driblar a senha, e leu meu arquivo de SMS. Tinha muita coisa lá, de gente que eu dizia não ter mais contato, com mensagens recentes... Aí, a casa caiu... Nem tive muito o que dizer. Como ela disse, menti uma vez vou mentir sempre. Ela já não acreditava muito em mim. Não acredita que dormi aqui na CET de um dia pro outro fazendo trabalho, não acredita nas minhas intenções quanto a vir morar por Santa Cruz, não acredita nas histórias de Regiane... Muita desconfiança, e eu dei motivo. fazer o que...?
Só sei que, já sinto saudades. Ainda ligo de manhã quando acordo por causa das filhas dela. Eu devia ajudar ela a ter responsabilidade, e isso me ajudaria também, mas estávamos sendo dois irresponsáveis juntos
terça-feira, 4 de outubro de 2011
Gabriel Internado
Foi dia 30 agora (set). O cachorro do Arnaldo, tio da Ágatha, pegou o rosto do Gabriel, no quintal da casa deles. Marcelo, irmão do Rodrigo, era quem estava no portão e viu. Enfrentou o cachorro e pediu ajuda pro menino, que estava em estado de choque e nem gritou.
Levaram logo ao Hospital Mun. Salgado Filho. Ele tava muito machucado e levou mais de 15 pontos no rosto do seu lado esquerdo.
Eu fiquei sabendo a tarde, quando a Ágatha me ligou.
No mesmo dia foi aniversário da Verinha, irmã da Aninha, que fer aniversário um dia antes e neste dia tava curtindo o Rock in Rio com o íngresso que ganhou de presente. E fiquei de ir no rodízio pra comemorar o dia da Verinha. Mas antes de ir lá, passei na casa da Ágatha pra ver o Gabriel. Ele tava dormindo, com o rosto enfaixado.
No sábado fui com ele e Ágatha na UPA do Eng. de Dentro pra fazer o curativo. Ficamos lá até quase 13h.
Ontem, segunda dia 3, ele iria pro otorrino, mas amanheceu com o rosto bem inxado. Foi pro Salgado Filho e ficou internado com infecção. Tá lá até agora...
Levaram logo ao Hospital Mun. Salgado Filho. Ele tava muito machucado e levou mais de 15 pontos no rosto do seu lado esquerdo.
Eu fiquei sabendo a tarde, quando a Ágatha me ligou.
No mesmo dia foi aniversário da Verinha, irmã da Aninha, que fer aniversário um dia antes e neste dia tava curtindo o Rock in Rio com o íngresso que ganhou de presente. E fiquei de ir no rodízio pra comemorar o dia da Verinha. Mas antes de ir lá, passei na casa da Ágatha pra ver o Gabriel. Ele tava dormindo, com o rosto enfaixado.
No sábado fui com ele e Ágatha na UPA do Eng. de Dentro pra fazer o curativo. Ficamos lá até quase 13h.
Ontem, segunda dia 3, ele iria pro otorrino, mas amanheceu com o rosto bem inxado. Foi pro Salgado Filho e ficou internado com infecção. Tá lá até agora...
domingo, 7 de agosto de 2011
quinta-feira, 28 de abril de 2011
Dramatics - In The Rain na rádio da Supervia!
Tava na estação de Madureira, o trem já tava chegando, quando tocava 'In The Rain - Dramatics' na rádio da Supervia. Difícil ouvir essa música por aí! Tinha ouvido ontem a noite enquanto arrumava minhas músicas no computador...
Tentei copiar e colar a letra da música, mas não consegui fazer isso no X10Mini que roda Android.
Tentei copiar e colar a letra da música, mas não consegui fazer isso no X10Mini que roda Android.
terça-feira, 29 de março de 2011
Testando o Android no X10Mini
Estou no trem indo pra Santa Cruz, onde trabalho desde 10 de marco do ano passado. Precisamente na estação Guilherme da Silveira. Vou tentar carregar alguma imagem. Meu celular está descarregando, por isso estou sendo breve.
Testei e fica upload desabled!
Testei e fica upload desabled!
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