quarta-feira, 14 de agosto de 2013

Exame Periódico Sozinho

   Estou fazendo o exame periódico aqui no Centro. No mesmo lugar que fiz ano passado. Ontem me lembrei que ano passado vim com a Nadia. Tadinha, ficou o dia todo comigo, isso aqui demora... Ainda vou ter que ir em mais outros lugares.
   To contando as vezes que ela me liga e eu ligo pra ela desde segunda, quando me pediu pra não ligar mais. Ontem me ligou de manhã pra saber se a Vitória ia ter aula (N1), eu retornei pra dizer que vai (J1), depois liguei pra perguntar se queria que levasse a Vitória e levei (J2). Hoje me ligou pedindo pra furar o dedo inflamado da Vitória e se podia levá-la (N2). Mais tarde, no 249, não me contive e liguei pra compartilhar com ela que estou fazendo sozinho hoje o que fiz com ela ano passado (J3).

terça-feira, 13 de agosto de 2013

Sozinho Mais Uma Vez

   Hoje ta sendo complicado. Tomei mais um fora da Nadia. Nós terminamos, mas ainda andamos juntos. Depois que brigamos pela última vez, ela com razão, só via uma saída: que eu me casasse com ela. Tinha que dar a resposta até a última sexta-feira às 17h. Neste dia e horário, conversei com ela, na minha casa. Propus a união estável para marcarmos o casamento em Dezembro. Ela não aceitou. Mas continuamos saindo.
   Sábado, 10, fomos ao aniversário do Alessandro, filho da Regiane, 5 anos, com as crianças. Meia-noite as crianças me deram um presente cada. Fizeram segredo e vieram com um nariz de palhaço e dentadura de vampiro. Eram duas blusas, uma verde escura e outra rosa.
   Domingo o pai delas a levaram pra um almoço. Fiquei de tarde na Nádia e a noite saímos. Fomos comer pizza na York.
   Segunda-feira, ontem, de manhã fui com ela levar a Vitoria no UPA do Eng. de Dentro, por causa do dedo enchado dela. Era quase de tarde, pois tava aprontando um trabalho pra enviar por e-mail e terminei quase 12h. Tomamos café la. Ficamos um tempo no lado de fora pois estava cheio. No meio da conversa ela disse: "... e eu achando que tinha me livrado de você...". Pra bom entendedor...
   Meu irmão me ligou chamando pra ver o filme "Círculo de Fogo". Ainda fui pra Santa Cruz. Eram quase 14h, mas ando meio ausente lá. Fomos todos pra Santa Cruz. Elas ficaram pelo Centro e depois foram pra Madureira. Ah! A Nadia aproveitou pra trocar o relógio que dei a ela ontem, pelos 20 meses de namoro. Um pedido pra voltarmos. Acho que tava quase voltando, mas...
   Quando eu saía pra encontrar meu irmão no Madureira Shopping, a Nadia viu a situação chegando e me disse que eu já podia ir. Eu fui, mas preocupado. No Shopping ela me ligou dizendo o que fez.
   Em casa, depois do filme, fui falar com ela. E mais uma vez não quer mais. Eu entendo ela. A gente pode estar super bem, mas vai acontecer situações que vão lembrar o meu erro. Mas bem que isso podia esperar mais um pouco, pelo menos o tempo pra reconquistar a confiança dela... Mas não somos donos do nosso destino, ou somos? Isso reconheço que quem pediu fui eu. Fui muito burro. Agora só estou pagando pelo que fiz. Mas ta difícil.
   Hoje de manhã ela me ligou pra saber se a Vitória ia ter aula. Antes de eu descer  liguei pra ela oferecendo carona pra Vitória e aceitou. Foi o último contato até agora, ela pediu pra não ligar nem ir mais lá. Vou respeitar o pedido dela e não vou perturbar mais dessa vez. Ela não merece isso. Eu vou dar meu jeito. Mas é foda! Daqui a pouco to querendo ir lá pra saber se ela ta em casa. To pensando seriamente em voltar pra Santa Cruz, pelo menos vou estar longe , apriveitando que a Gama Filho ta em greve e posso reabrir minha matrícula na Estacio...
   Como posso estar apaixonado e errar tanto? Muito ruim essa sensação.

domingo, 3 de fevereiro de 2013

The E.N.D.

   Terminamos o namoro no dia 1 de fevereiro, sexta. Eu que dei mole. Fui chegar tarde em casa e ignorei o celular. Tinha ido passear depois que entreguei a chave da casa em Santa Cruz, deixando o celular no carro. Tinha mais de 15 chamadas...
   Quando cheguei, fui falar com ela. Em seguida ela foi me entregando as minhas coisas que estavam na casa dela.
   Agora foi pra valer. Não sei como vai ser daqui pra frente. Sei que se ela gostava mesmo de mim, eu não correspondi à altura. Não cheguei a trair, mas faltei com o respeito. Eu não sei definir o amor que sinto por ela, pois acho que quem ama não faz o que fiz de errado com ela. Mas penso nela, nas suas filhas, sinto vontade de ajudá-las de alguma forma. Sinto ciúmes.
   Ela cuidava bem de mim, mas algumas vezes me maltratava, me destratava na frente das filhas, me menosprezava, eu me sentia impotente perto dela, menos importante. Isso ia me desanimando, pois era raro as vezes que concordava comigo, mesmo quando eu concordava com ela tinha um porém. Era incrível! Mas tem o lado bom, pelo menos vi que nem tudo que penso ser certo pra mim é certo pro outro. E ela pelo menos tinha personalidade.
   Eu pelo contrário, não tinha certeza de quase nada do que fazia. Não passava segurança pra ela, e ela é do tipo que não tá pra brincadeira. Não sei mesmo porque ela foi namorar comigo tanto tempo. Deve ter gente que acha que é por causa do meu emprego, funcionário público. Mas não acredito muito não, pois ela tem condições de conseguir coisa melhor. Deixei a desejar em muitos aspectos...
   Agora vou parar de escrever que to cansado. Acho que consegui resumir alguma coisa do que passa pela minha cabeça agora, no segundo dia sem a Nadia.

terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Dormindo Agarradinho

   Hoje foi a primeira noite que dormi com a Nadia, depois do tempo. Madrugqda mandei sms e ela deixou. Não rolou nada, só ficamos agarradinhos na sala.
   Acabei indo tarde pro serviço.

sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

Tempo

   Hoje, na parte da manhã, fiz o procedimento normal dos meus últimos dias. Acordei na casa da Nádia, no chão da sala pois sua cama é pequena e está quebrada. Com ela e suas filhas. Hoje um pouco diferente, sem conchinha, nem abraço, nem esfregação de perna, nem beijo...
   Levantei as 7:00h ao som da buzina do padeiro e comprei 8 pães (2 reais amanhã eu pago). Tomei meu café e fui embora. Todas dormindo.
   Em casa, demorei pra me arrumar como sempre. Já na rua, Carlinhos me liga pedindo alteração num projeto que tá rendendo desde o final de semana. Voltei pra casa. Nisso, a Nádia me ligou pedindo pra pasar na casa dela antes de ir.
   Lá ela foi direta. Me perguntou se queria dar um TEMPO. Eu aceitei pois acho que temos ficado nervosos um com o outro muitas vezes ultimamente. Ela disse que foi por causa do episódio da escada ontem, e também por eu não aceitar suas filhas. Eu falei um pouco mas aceitei na boa e parti.
   Vamos ver como vai ficar.

terça-feira, 21 de agosto de 2012

Pensamento incompleto do dia 17 de julho de 2012 sobre a Nadia

Faz tempo que não escrevo meu dia-a-dia em lugar nenhum. Costumava escrever na minha agenda. Isso mesmo, que nem menina escrevendo no diário, não tenho vergonha de assumir isso. Me arrependo é de não ter escrito mais vezes, pois meus "diários" não eram tão diários assim. De qualquer forma, depois que comecei a trabalhar escrevi menos. Mesmo tendo mais opções de mídia para registrar meu dia-a-dia: além de agendas, computador, gravador, câmeras digitais, internet... Estaria feito hoje em dia com a facilidade de se registrar as coisas, os momentos, mas mesmo assim não tenho muitos registros dos acontecimentos dos últimos 10 anos... Não estou aqui para contar tudo o que aconteceu, e nem mesmo quero resumir o que aconteceu nesse tempo. Até gostaria de fazer isso, mas em uma outra postagem, ou outras postagens, depois de uma pesquisa minuciosa. Muita coisa aconteceu, momentos bons, momentos péssimos (os piores da minha vida até hoje), mas o que quero registrar agora é como estou me sentindo nesse momento. Eu já não sou mais tão novo, apesar de não ter muita experiência com muita coisa nessa vida, mas sei que isso vai passar, sempre passa. Mas o ruim é o momento, o agora. Uma das experiências que tive pouco tempo foi sair com mulheres. Conheci algumas, saí, fiquei, mas isso teve pouco tempo (a partir de uns 2 anos pra cá). Mas conheci uma, que sinceramente achei que fosse mais uma que fosse passar na minha vida. Só que, não sei o porquê, parei nela. Não a conhecia antes, só de vista há pouco tempo. Saímos pela primeira vez no dia 11 de dezembro de 2011, no aniversário de 15 ans da Ana da Turma da Paçuaré. Desde então não paramos de sair. Pelo menos nos finais de semana tínhamos que inventar alguma coisa. Ela já havia ido em minha casa algumas vezes. Mas pra eu ir na casa dela demorou um pouco. Mas desde que pude ir, passei a ir lá quase todos os dias. Ultimamente estava dormindo lá quase todo dia. Participei das festas das filhas dela. Ah, seu nome é Nádia e tem duas filhas, uma de 9 anos chamada Gabrielle Vitória e outra de 3 chamada Isabelle Vitória. Ambas nasceram prematuras de 6 meses. Alguns aniversários e festas de parentes e amigos dela... Tudo ia indo, estávamos namorando mas se assumir nada. Eu tinha e não tinha um compromisso com ela, sei lá. Estou me mudando pra Santa Cruz pois fica mais perto do meu trabalho, e transferia a faculdade pra cá. Havia tomado essa decisão há um tempo, já estava com ela, mas não como estava nos últimos dias, e só pensei no meu lado profissional. Tenho tido dificuldade de me concentrar nos estudos e nos trabalhos, tanto na CET quanto por fora. Acredito que a distância é um fator muito relevante. Já havia tomado a decisão quando falei com ela, e não pensei em levá-la, pois acho que não iria ajudar, pois preciso de tempo pra me concentrar nas minhas coisas. Mas mesmo assim, ela sabendo disso, eu já com a minha casa praticamente arrumada por aqui, continuamos a sair, e na verdade ficamos mais próximos nos últimos dias. Estávamos levando pra ver no que ia dar. Mas, mais uma vez fui surpreendido pelo dia "14". Nesse dia, o último sábado (14/07/2012), tinha acordado na casa dela, e ela resolveu mexer no meu celular. Como já havia contado algumas coisas pra ela, facilmente soube driblar a senha, e leu meu arquivo de SMS. Tinha muita coisa lá, de gente que eu dizia não ter mais contato, com mensagens recentes... Aí, a casa caiu... Nem tive muito o que dizer. Como ela disse, menti uma vez vou mentir sempre. Ela já não acreditava muito em mim. Não acredita que dormi aqui na CET de um dia pro outro fazendo trabalho, não acredita nas minhas intenções quanto a vir morar por Santa Cruz, não acredita nas histórias de Regiane... Muita desconfiança, e eu dei motivo. fazer o que...? Só sei que, já sinto saudades. Ainda ligo de manhã quando acordo por causa das filhas dela. Eu devia ajudar ela a ter responsabilidade, e isso me ajudaria também, mas estávamos sendo dois irresponsáveis juntos, a verdade é essa. A ... Não terminei, depois passou, conversamos, brigamos, ou melhor, ela brigou comigo e voltamos mais duas vezes... Vai entender...