terça-feira, 22 de março de 2016

Pensamentos 22/03/2016

Navegando nos meus pensamentos, ouvindo Emílio Santiago enquanto viajava de trem pra Campo Grande, lembrei do meu professor de Física Experimental III, Nelson. Certo dia, estava num ônibus e vi um funcionário da CEDAE verificando o relógio de alguma casa e estava pensando: como esse trabalho de cobrança é primitivo. A empresa que dispõe o serviço tem que pagar pessoal pra ir de casa em casa verificar o consumo. Por que não é feito como nas cobranças de celular, telefone, TV a cabo? Há três semanas atrás, ele estava comentando sobre os "gatos" de luz e a forma de verificação de consumo pra cobrança na conta de luz. A forma que é feito isso, ainda nos dias de hoje, onde um funcionário vai de casa em casa, olhar o relógio. Alguns sabem que não sou de ficar sonhando muito durante o sono, e que meus sonhos não são muito ligados à realidade que vivo. Mas ultimamente, o pouco que tenho sonhado, algumas vezes tenho sonhado com a Nadia. O interessante é que, de pois de tanta coisa, de tantos separa e volta, eu penso que amo mais as filhas dela do que ela mesma. Eu a amo, mas o que sempre me vem a mente quando penso no nosso relacionamento é o futuro das meninas e como eu posso contribuir com isso. Eu errei muitas vezes com a Nadia, e continuo errando. Mas me sinto muito mal quando respinga alguma coisa pras meninas. Tenho umas fotos delas no meu mural, na minha mesa. Tenho saudades delas, da Nadia também. Na minha razão, acordado, eu penso mais nas crianças, mas a Nadia é quem aparece mais nos meus sonhos, não entendo se isso quer dizer alguma coisa. Ainda falando sobre sonhos, tem um que eu tive há muitos anos que até teve algum sentido. No sonho, estava viajando com minha mãe, meu pai e meu irmão. Era um lugar frio, com neve e muitas árvores. De repente, apareceram umas espécies de aranhas gigantes. O meu pai disse pra gente correr, e nós corremos. Como num filme, a "cena" cortou pra uma montanha, onde estávamos minha mãe, meu irmão e eu, olhando a alvorada e tristes, chorando a perda do meu pai. Eu acordei chorando. Nessa época, meu pai ainda meio que morava com minha mãe. Sempre pensei que esse sonho queria me dizer que meu pai iria antes que a minha mãe. Mas também poderia dizer sobre a futura ausência dele na casa da minha mãe, já que pouco tempo depois ele foi morar com a Ana. Mas ele não foi ausente, aparecia e ligava nos finais de semana e pra mim no celular e pro serviço. E esse ano faz, dia 14 de junho, 7 anos que ele se foi. E pensando e caminhando ouvindo Emílio Santiago...

terça-feira, 10 de fevereiro de 2015

Segundo Dia da Vitória no Ginásio

   Hoje, pela segunda vez, acordei 6h e pouca, nem tomei café, pra poder estar pronto as 6:50h e levar a Vitória até a nova escola dela, a E. M. Quintino Bocaiúva. Ela tá no 6° ano (antiga 5° série).
   Ontem cheguei a tomar café, mas não levei almoço, desci direto com a Vitória. Hoje foi o contrário, não tomei café mas levei almoço. Quando desci passei na minha mãe rapidinho.
   Ela foi me contando as novidades da escola nova. Teve aula de Geografia, Música e de Educação Física. Os professores só se apresentaram, não deram matéria. E deve ser assim até quinta, pois o Carnaval já é semana que vem.
   Amanhã ela vai ter Português, alguma que esqueci e Inglês. Ainda não tem o calendário da semana de aula.
   Entra as 7:30h e sai as 12:00h. Disse que é tudo bagunçado, as salas não são por ordem de turma como era na escola de antes dela (CIEP Prof. Manuel Maurício de Albuquerque). Muita gente vem de dentro da Rua do Souto. Vai pro refeitório e come quem quiser, quem não quiser não come. Pessoal não fica brincando no recreio, ficam mais no celular (internet). Alguém conseguiu pra ela a senha da internet da escola. Só pode usar o celular com a autorização do professor e tem que deixar no mudo, se for atender tem que ir no corredor.
      É interessante participar dessas mudanças com ela, me faz lembrar do meu tempo quando fui pro E. M. Oswaldo Teixeira. Que aliás, ainda não me conformo com o fato da mãe dela não ter posto o Oswaldo nem como opção, pertinho de casa...
    Ah, achei engraçado ontem também a inspetora chamando os alunos pra entrarem: "bora ginásio". Eu fiquei com ela lá dentro até a hora que a inspetora chamou pra entrar, dei um beijo e vim embora pra estação. Lá fora vi a inspetora mais uma vez chamando o ginásio pra entrar e ainda gritava pelos nomes. Engraçado!
   Hoje chegamos mais cedo, 7:21h. Falei pra ela ficar lá dentro e vim embora. Ontem chegamos 7:29h e saímos de casa 7:04h, 25 min de caminhada nos passos da Vitória.
   Peguei o trem no mesmo horário de ontem. Devo chegar na mesma hora na CET-Rio.
   Até

terça-feira, 27 de agosto de 2013

segunda-feira, 19 de agosto de 2013

Primeiro Dia de Aula na Estacio

   Já é segunda-feira! Sábado e domingo voaram.
   Quinta-feira já não tinha como contar minhas ligações com a Nadia. Nos falamos o dia todo. Quando vim embora, pedi pro Marcelo me deixar no Assai do Campinho, porque adianta ele e eu aproveito pra ir no Walmart. Liguei pra Nadia pra saber se queria algo de lá e me fez uma lista: televisão, tablet pra Vitória, bicicleta pra Isabelle, s compra do mês e o vinho e champanhe mais caros. Levei umas compras e o vinho e champanhe que gostamos mais caros. Ela guardou e foi só.
   Sexta-feira saí tarde do serviço, organizando minha grade de horário da Estácio e fazendo backup dos arquivos da CET. Recebi um e-mail do professor de Cálculo I da Gama Filho, convocando para fazer a A3 na quarta-feira, dia 21, as 17:30h. Só falta essa prova pra fechar o semestre. Pouco tempo depois, o Felisberto viu um post no face dizendo que os professores declararam greve até o dia 21, na Univercidade. Provavelmente no Gama também...
   Fomos embora eram umas 20h e poucos. Chegando na estação Deodoro a Nadia me ligou pedindo pra levá-la no UPA. Cheguei lá quase 22h. Era a Isabelle que tava tossindo muito e seu remédio acabou. Ela também tava muito mal, então fui com a Vitória ao UPA. Voltamos pra casa pouco mais de 0h. Ela tava dormindo.
   Sábado fui com minha mãe de manhã encontrar meu avô Hamilton pra ver um lance pra ela. Pensei em deixar minha mãe em casa e ir pra Madureira comprar o material pra faculdade, mas já era quase 14h, então esperei sair o almoço e fui ao Madureira Shopping, s Casa Cruz tava fechada. Aproveitei e comprei uns remédios pras meninas, de gripe e resfriado. Fiquei até tarde na rua procurando o que levar pra ela, mas nada... Era algo pra "fechar com chave de ouro", mas o que ela pediu tava difícil de achar, então pediu uma pizza. Fiquei na casa vendo o dvd do Gordo. Depois que acabou a pizza indo embora, me chamou pra conversar. Mais uma vez pts afirmar que não quer mais nada, que só tem me ligado esses dias pois esqueceu que não vai mais me ligar, que já havia conversado com o Cabeça, que ele sabe da situação e vai ficar dando a assistência na casa dela, e só. Conversamos um bom tempo, mas ela foi bem clara já no início.
   Eu já tava indo embora, bolado, ela me chamou de volta pedindo pra não ficar de mal com ela, mas não tem como não ficar. Não consigo aceitar que ela praticamente volte pro pai das crianças, mas tenho que engolir  fui eu quem procurei isso. Mó merda! Tentei explicar a ela o quanto a amo, o que penso das suas filhas, o que eu tenho feito de bom pelo menos e o que ela já fez por mim. Mas não dava pra ficar muito tempo por lá, acho que já não me sinto mais "em casa", só atrasei ela, me metendo na vida deles. Fui pra casa e tomei um porre de Friends...
   Domingo continuei a saga Friends de manhã e durante o dia fui lavar as roupas, meu tanquinho tava ruim, a máquina da minha mãe ta meio ruim também mas coloquei umas peças lá e dei um jeito no meu tanquinho. Fiquei separando o que tenho de material da Nadia no computador, vídeos e fotos pra fazer um dvd "ultimate". É esquisito  fiquei o dia todo com um negócio no coração, como se estivesse mais apertado, de verdade, até agora... Mas vou terminar esse dvd pra ela durante a semana. Passei o dia todo pensando nela, esperando me ligar... Nada... Arrumei minha mochila, passei minha roupa, coloquei o celular, a televisão e a cafeteira pra ligarem as 5h e fui dormir as 23h.
   Hoje acordei, tomei meu banho, café, vi sobre velocidade do rebolo e Martinho Lutero e consegui sair as 5:45h. Cheguei agora na estação Santa Cruz, 7:40h. É isso.

quarta-feira, 14 de agosto de 2013

Exame Periódico Sozinho

   Estou fazendo o exame periódico aqui no Centro. No mesmo lugar que fiz ano passado. Ontem me lembrei que ano passado vim com a Nadia. Tadinha, ficou o dia todo comigo, isso aqui demora... Ainda vou ter que ir em mais outros lugares.
   To contando as vezes que ela me liga e eu ligo pra ela desde segunda, quando me pediu pra não ligar mais. Ontem me ligou de manhã pra saber se a Vitória ia ter aula (N1), eu retornei pra dizer que vai (J1), depois liguei pra perguntar se queria que levasse a Vitória e levei (J2). Hoje me ligou pedindo pra furar o dedo inflamado da Vitória e se podia levá-la (N2). Mais tarde, no 249, não me contive e liguei pra compartilhar com ela que estou fazendo sozinho hoje o que fiz com ela ano passado (J3).

terça-feira, 13 de agosto de 2013

Sozinho Mais Uma Vez

   Hoje ta sendo complicado. Tomei mais um fora da Nadia. Nós terminamos, mas ainda andamos juntos. Depois que brigamos pela última vez, ela com razão, só via uma saída: que eu me casasse com ela. Tinha que dar a resposta até a última sexta-feira às 17h. Neste dia e horário, conversei com ela, na minha casa. Propus a união estável para marcarmos o casamento em Dezembro. Ela não aceitou. Mas continuamos saindo.
   Sábado, 10, fomos ao aniversário do Alessandro, filho da Regiane, 5 anos, com as crianças. Meia-noite as crianças me deram um presente cada. Fizeram segredo e vieram com um nariz de palhaço e dentadura de vampiro. Eram duas blusas, uma verde escura e outra rosa.
   Domingo o pai delas a levaram pra um almoço. Fiquei de tarde na Nádia e a noite saímos. Fomos comer pizza na York.
   Segunda-feira, ontem, de manhã fui com ela levar a Vitoria no UPA do Eng. de Dentro, por causa do dedo enchado dela. Era quase de tarde, pois tava aprontando um trabalho pra enviar por e-mail e terminei quase 12h. Tomamos café la. Ficamos um tempo no lado de fora pois estava cheio. No meio da conversa ela disse: "... e eu achando que tinha me livrado de você...". Pra bom entendedor...
   Meu irmão me ligou chamando pra ver o filme "Círculo de Fogo". Ainda fui pra Santa Cruz. Eram quase 14h, mas ando meio ausente lá. Fomos todos pra Santa Cruz. Elas ficaram pelo Centro e depois foram pra Madureira. Ah! A Nadia aproveitou pra trocar o relógio que dei a ela ontem, pelos 20 meses de namoro. Um pedido pra voltarmos. Acho que tava quase voltando, mas...
   Quando eu saía pra encontrar meu irmão no Madureira Shopping, a Nadia viu a situação chegando e me disse que eu já podia ir. Eu fui, mas preocupado. No Shopping ela me ligou dizendo o que fez.
   Em casa, depois do filme, fui falar com ela. E mais uma vez não quer mais. Eu entendo ela. A gente pode estar super bem, mas vai acontecer situações que vão lembrar o meu erro. Mas bem que isso podia esperar mais um pouco, pelo menos o tempo pra reconquistar a confiança dela... Mas não somos donos do nosso destino, ou somos? Isso reconheço que quem pediu fui eu. Fui muito burro. Agora só estou pagando pelo que fiz. Mas ta difícil.
   Hoje de manhã ela me ligou pra saber se a Vitória ia ter aula. Antes de eu descer  liguei pra ela oferecendo carona pra Vitória e aceitou. Foi o último contato até agora, ela pediu pra não ligar nem ir mais lá. Vou respeitar o pedido dela e não vou perturbar mais dessa vez. Ela não merece isso. Eu vou dar meu jeito. Mas é foda! Daqui a pouco to querendo ir lá pra saber se ela ta em casa. To pensando seriamente em voltar pra Santa Cruz, pelo menos vou estar longe , apriveitando que a Gama Filho ta em greve e posso reabrir minha matrícula na Estacio...
   Como posso estar apaixonado e errar tanto? Muito ruim essa sensação.

domingo, 3 de fevereiro de 2013

The E.N.D.

   Terminamos o namoro no dia 1 de fevereiro, sexta. Eu que dei mole. Fui chegar tarde em casa e ignorei o celular. Tinha ido passear depois que entreguei a chave da casa em Santa Cruz, deixando o celular no carro. Tinha mais de 15 chamadas...
   Quando cheguei, fui falar com ela. Em seguida ela foi me entregando as minhas coisas que estavam na casa dela.
   Agora foi pra valer. Não sei como vai ser daqui pra frente. Sei que se ela gostava mesmo de mim, eu não correspondi à altura. Não cheguei a trair, mas faltei com o respeito. Eu não sei definir o amor que sinto por ela, pois acho que quem ama não faz o que fiz de errado com ela. Mas penso nela, nas suas filhas, sinto vontade de ajudá-las de alguma forma. Sinto ciúmes.
   Ela cuidava bem de mim, mas algumas vezes me maltratava, me destratava na frente das filhas, me menosprezava, eu me sentia impotente perto dela, menos importante. Isso ia me desanimando, pois era raro as vezes que concordava comigo, mesmo quando eu concordava com ela tinha um porém. Era incrível! Mas tem o lado bom, pelo menos vi que nem tudo que penso ser certo pra mim é certo pro outro. E ela pelo menos tinha personalidade.
   Eu pelo contrário, não tinha certeza de quase nada do que fazia. Não passava segurança pra ela, e ela é do tipo que não tá pra brincadeira. Não sei mesmo porque ela foi namorar comigo tanto tempo. Deve ter gente que acha que é por causa do meu emprego, funcionário público. Mas não acredito muito não, pois ela tem condições de conseguir coisa melhor. Deixei a desejar em muitos aspectos...
   Agora vou parar de escrever que to cansado. Acho que consegui resumir alguma coisa do que passa pela minha cabeça agora, no segundo dia sem a Nadia.

terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Dormindo Agarradinho

   Hoje foi a primeira noite que dormi com a Nadia, depois do tempo. Madrugqda mandei sms e ela deixou. Não rolou nada, só ficamos agarradinhos na sala.
   Acabei indo tarde pro serviço.

sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

Tempo

   Hoje, na parte da manhã, fiz o procedimento normal dos meus últimos dias. Acordei na casa da Nádia, no chão da sala pois sua cama é pequena e está quebrada. Com ela e suas filhas. Hoje um pouco diferente, sem conchinha, nem abraço, nem esfregação de perna, nem beijo...
   Levantei as 7:00h ao som da buzina do padeiro e comprei 8 pães (2 reais amanhã eu pago). Tomei meu café e fui embora. Todas dormindo.
   Em casa, demorei pra me arrumar como sempre. Já na rua, Carlinhos me liga pedindo alteração num projeto que tá rendendo desde o final de semana. Voltei pra casa. Nisso, a Nádia me ligou pedindo pra pasar na casa dela antes de ir.
   Lá ela foi direta. Me perguntou se queria dar um TEMPO. Eu aceitei pois acho que temos ficado nervosos um com o outro muitas vezes ultimamente. Ela disse que foi por causa do episódio da escada ontem, e também por eu não aceitar suas filhas. Eu falei um pouco mas aceitei na boa e parti.
   Vamos ver como vai ficar.

terça-feira, 21 de agosto de 2012

Pensamento incompleto do dia 17 de julho de 2012 sobre a Nadia

Faz tempo que não escrevo meu dia-a-dia em lugar nenhum. Costumava escrever na minha agenda. Isso mesmo, que nem menina escrevendo no diário, não tenho vergonha de assumir isso. Me arrependo é de não ter escrito mais vezes, pois meus "diários" não eram tão diários assim. De qualquer forma, depois que comecei a trabalhar escrevi menos. Mesmo tendo mais opções de mídia para registrar meu dia-a-dia: além de agendas, computador, gravador, câmeras digitais, internet... Estaria feito hoje em dia com a facilidade de se registrar as coisas, os momentos, mas mesmo assim não tenho muitos registros dos acontecimentos dos últimos 10 anos... Não estou aqui para contar tudo o que aconteceu, e nem mesmo quero resumir o que aconteceu nesse tempo. Até gostaria de fazer isso, mas em uma outra postagem, ou outras postagens, depois de uma pesquisa minuciosa. Muita coisa aconteceu, momentos bons, momentos péssimos (os piores da minha vida até hoje), mas o que quero registrar agora é como estou me sentindo nesse momento. Eu já não sou mais tão novo, apesar de não ter muita experiência com muita coisa nessa vida, mas sei que isso vai passar, sempre passa. Mas o ruim é o momento, o agora. Uma das experiências que tive pouco tempo foi sair com mulheres. Conheci algumas, saí, fiquei, mas isso teve pouco tempo (a partir de uns 2 anos pra cá). Mas conheci uma, que sinceramente achei que fosse mais uma que fosse passar na minha vida. Só que, não sei o porquê, parei nela. Não a conhecia antes, só de vista há pouco tempo. Saímos pela primeira vez no dia 11 de dezembro de 2011, no aniversário de 15 ans da Ana da Turma da Paçuaré. Desde então não paramos de sair. Pelo menos nos finais de semana tínhamos que inventar alguma coisa. Ela já havia ido em minha casa algumas vezes. Mas pra eu ir na casa dela demorou um pouco. Mas desde que pude ir, passei a ir lá quase todos os dias. Ultimamente estava dormindo lá quase todo dia. Participei das festas das filhas dela. Ah, seu nome é Nádia e tem duas filhas, uma de 9 anos chamada Gabrielle Vitória e outra de 3 chamada Isabelle Vitória. Ambas nasceram prematuras de 6 meses. Alguns aniversários e festas de parentes e amigos dela... Tudo ia indo, estávamos namorando mas se assumir nada. Eu tinha e não tinha um compromisso com ela, sei lá. Estou me mudando pra Santa Cruz pois fica mais perto do meu trabalho, e transferia a faculdade pra cá. Havia tomado essa decisão há um tempo, já estava com ela, mas não como estava nos últimos dias, e só pensei no meu lado profissional. Tenho tido dificuldade de me concentrar nos estudos e nos trabalhos, tanto na CET quanto por fora. Acredito que a distância é um fator muito relevante. Já havia tomado a decisão quando falei com ela, e não pensei em levá-la, pois acho que não iria ajudar, pois preciso de tempo pra me concentrar nas minhas coisas. Mas mesmo assim, ela sabendo disso, eu já com a minha casa praticamente arrumada por aqui, continuamos a sair, e na verdade ficamos mais próximos nos últimos dias. Estávamos levando pra ver no que ia dar. Mas, mais uma vez fui surpreendido pelo dia "14". Nesse dia, o último sábado (14/07/2012), tinha acordado na casa dela, e ela resolveu mexer no meu celular. Como já havia contado algumas coisas pra ela, facilmente soube driblar a senha, e leu meu arquivo de SMS. Tinha muita coisa lá, de gente que eu dizia não ter mais contato, com mensagens recentes... Aí, a casa caiu... Nem tive muito o que dizer. Como ela disse, menti uma vez vou mentir sempre. Ela já não acreditava muito em mim. Não acredita que dormi aqui na CET de um dia pro outro fazendo trabalho, não acredita nas minhas intenções quanto a vir morar por Santa Cruz, não acredita nas histórias de Regiane... Muita desconfiança, e eu dei motivo. fazer o que...? Só sei que, já sinto saudades. Ainda ligo de manhã quando acordo por causa das filhas dela. Eu devia ajudar ela a ter responsabilidade, e isso me ajudaria também, mas estávamos sendo dois irresponsáveis juntos, a verdade é essa. A ... Não terminei, depois passou, conversamos, brigamos, ou melhor, ela brigou comigo e voltamos mais duas vezes... Vai entender...

terça-feira, 17 de julho de 2012

Novidades e Final Infeliz

Faz tempo que não escrevo meu dia-a-dia em lugar nenhum. Costumava escrever na minha agenda. Isso mesmo, que nem menina escrevendo no diário, não tenho vergonha de assumir isso. Me arrependo é de não ter escrito mais vezes, pois meus "diários" não eram tão diários assim. De qualquer forma, depois que comecei a trabalhar escrevi menos. Mesmo tendo mais opções de mídia para registrar meu dia-a-dia: além de agendas, computador, gravador, câmeras digitais, internet... Estaria feito hoje em dia com a facilidade de se registrar as coisas, os momentos, mas mesmo assim não tenho muitos registros dos acontecimentos dos últimos 10 anos... Não estou aqui para contar tudo o que aconteceu, e nem mesmo quero resumir o que aconteceu nesse tempo. Até gostaria de fazer isso, mas em uma outra postagem, ou outras postagens, depois de uma pesquisa minuciosa. Muita coisa aconteceu, momentos bons, momentos péssimos (os piores da minha vida até hoje), mas o que quero registrar agora é como estou me sentindo nesse momento. Eu já não sou mais tão novo, apesar de não ter muita experiência com muita coisa nessa vida, mas sei que isso vai passar, sempre passa. Mas o ruim é o momento, o agora. Uma das experiências que tive pouco tempo foi sair com mulheres. Conheci algumas, saí, fiquei, mas isso teve pouco tempo (a partir de uns 2 anos pra cá). Mas conheci uma, que sinceramente achei que fosse mais uma que fosse passar na minha vida. Só que, não sei o porquê, parei nela. Não a conhecia antes, só de vista há pouco tempo. Saímos pela primeira vez no dia 11 de dezembro de 2011, no aniversário de 15 ans da Ana da Turma da Paçuaré. Desde então não paramos de sair. Pelo menos nos finais de semana tínhamos que inventar alguma coisa. Ela já havia ido em minha casa algumas vezes. Mas pra eu ir na casa dela demorou um pouco. Mas desde que pude ir, passei a ir lá quase todos os dias. Ultimamente estava dormindo lá quase todo dia. Participei das festas das filhas dela. Ah, seu nome é Nádia e tem duas filhas, uma de 9 anos chamada Gabrielle Vitória e outra de 3 chamada Isabelle Vitória. Ambas nasceram prematuras de 6 meses. Alguns aniversários e festas de parentes e amigos dela... Tudo ia indo, estávamos namorando mas se assumir nada. Eu tinha e não tinha um compromisso com ela, sei lá. Estou me mudando pra Santa Cruz pois fica mais perto do meu trabalho, e transferia a faculdade pra cá. Havia tomado essa decisão há um tempo, já estava com ela, mas não como estava nos últimos dias, e só pensei no meu lado profissional. Tenho tido dificuldade de me concentrar nos estudos e nos trabalhos, tanto na CET quanto por fora. Acredito que a distância é um fator muito relevante. Já havia tomado a decisão quando falei com ela, e não pensei em levá-la, pois acho que não iria ajudar, pois preciso de tempo pra me concentrar nas minhas coisas. Mas mesmo assim, ela sabendo disso, eu já com a minha casa praticamente arrumada por aqui, continuamos a sair, e na verdade ficamos mais próximos nos últimos dias. Estávamos levando pra ver no que ia dar. Mas, mais uma vez fui surpreendido pelo dia "14". Nesse dia, o último sábado (14/07/2012), tinha acordado na casa dela, e ela resolveu mexer no meu celular. Como já havia contado algumas coisas pra ela, facilmente soube driblar a senha, e leu meu arquivo de SMS. Tinha muita coisa lá, de gente que eu dizia não ter mais contato, com mensagens recentes... Aí, a casa caiu... Nem tive muito o que dizer. Como ela disse, menti uma vez vou mentir sempre. Ela já não acreditava muito em mim. Não acredita que dormi aqui na CET de um dia pro outro fazendo trabalho, não acredita nas minhas intenções quanto a vir morar por Santa Cruz, não acredita nas histórias de Regiane... Muita desconfiança, e eu dei motivo. fazer o que...? Só sei que, já sinto saudades. Ainda ligo de manhã quando acordo por causa das filhas dela. Eu devia ajudar ela a ter responsabilidade, e isso me ajudaria também, mas estávamos sendo dois irresponsáveis juntos

terça-feira, 4 de outubro de 2011

Gabriel Internado

Foi dia 30 agora (set). O cachorro do Arnaldo, tio da Ágatha, pegou o rosto do Gabriel, no quintal da casa deles. Marcelo, irmão do Rodrigo, era quem estava no portão e viu. Enfrentou o cachorro e pediu ajuda pro menino, que estava em estado de choque e nem gritou.
Levaram logo ao Hospital Mun. Salgado Filho. Ele tava muito machucado e levou mais de 15 pontos no rosto do seu lado esquerdo.
Eu fiquei sabendo a tarde, quando a Ágatha me ligou.
No mesmo dia foi aniversário da Verinha, irmã da Aninha, que fer aniversário um dia antes e neste dia tava curtindo o Rock in Rio com o íngresso que ganhou de presente. E fiquei de ir no rodízio pra comemorar o dia da Verinha. Mas antes de ir lá, passei na casa da Ágatha pra ver o Gabriel. Ele tava dormindo, com o rosto enfaixado.
No sábado fui com ele e Ágatha na UPA do Eng. de Dentro pra fazer o curativo. Ficamos lá até quase 13h.
Ontem, segunda dia 3, ele iria pro otorrino, mas amanheceu com o rosto bem inxado. Foi pro Salgado Filho e ficou internado com infecção. Tá lá até agora...

domingo, 7 de agosto de 2011

Aniversário de 3 anos do Alessandro

Primeira vez que saio sozinho com o Gabriel.

quinta-feira, 28 de abril de 2011

Dramatics - In The Rain na rádio da Supervia!

Tava na estação de Madureira, o trem já tava chegando, quando tocava 'In The Rain - Dramatics' na rádio da Supervia. Difícil ouvir essa música por aí! Tinha ouvido ontem a noite enquanto arrumava minhas músicas no computador...
Tentei copiar e colar a letra da música, mas não consegui fazer isso no X10Mini que roda Android.

terça-feira, 29 de março de 2011

Testando o Android no X10Mini

Estou no trem indo pra Santa Cruz, onde trabalho desde 10 de marco do ano passado. Precisamente na estação Guilherme da Silveira. Vou tentar carregar alguma imagem. Meu celular está descarregando, por isso estou sendo breve.
Testei e fica upload desabled!

quarta-feira, 14 de abril de 2010

Mudanças

Dia 12 de abril. Estou me preparando pra sair de casa, desligando o pc, quando ouço alguém subindo a escada. Tentaram abrir a porta com a chave. Fui ver e era o meu primo Luiz Cláudio. Voltei pro quarto e esperei me chamar ou desistir, já que havia deixado a chave atravessada na fechadura, impedindo que abram por fora. Ele desceu, logo voltou e tentou mais uma vez, nisso ouvi minha avó dizendo que eu estava em casa. Só aí ele bateu na porta. Eu abri o vidro e ele fez sinal de que ia tomar banho. Eu disse que quando for assim, bate e me chama que eu venho e abro. Entrou que nem um cavalo dizendo: "-Não vou discutir sobre isso." Eu disse que seira a última vez que ia entrar lá em casa. Desci e falei com a minha avó sobre o ocorrido e pedi pra que ela não deixasse ele entrar lá quando eu não estivesse em casa. Minha tia também ouviu.
Fui pra minha mãe, tomei café. Só que esqueci de pegar o ovo de Páscoa, ainda, que tava na geladeira que fiquei de levar no serviço. Voltei pra cima e encontrei a porta aberta e o banheiro todo molhado... Quando desci, vi o Luiz Cláudio na sala e perguntei a ele se estava com pressa, pois deixou o banheiro todo molhado e a porta aberta. Ele disse:"-Encosta em mim só pra ver se não te arrebento!"... Deixei ele falando sozinho e fui pro trabalho, pensando que o problema é sério.
Quando desci em Santa Cruz, fum na loja de ferramentas Estrela e comprei uma fechadura nova. Faculdade>Apresentação de trabalho>Tímido>Casa. Quando subi, troquei logo o miolo da chave, só do lado de fora.
Dia 13 abril. Desci e deixei um balde de água na porta da minha avó como ela havia me pedido ontem. Mas a casa tava vazia, então não avisei nada. Também nem queria, talvez avisasse se ele estivesse por ali, mas não estava... Quando desci em Santa Cruz, minha tia me ligou perguntando sobre a fechadura, pois queria pegarágua e a porta não abria, eu expliquei que tive que trocar a fechadura pois a outra tava ruim. Ela ficou de pegar na minha mãe. Agora vi que minha ação teve repercursão por lá. Meu primo me ligou, disse que ligaram pra ele chateada. Minha mãe mais tarde também me ligou, disse que o meu primo tava alterado.
Quando cheguei em casa, passei na minha mãe, e ela me disse como estava o clima lá em cima. Minha avó tava tranquila, minha tia ficou chateada por eu não ter avisado e o meu primo tava todo nervoso, dizendo q a casa não era minha, essas coisas.
Subi e falei com minha avó. Ela estava tranquila, disse só que ficou sem água. Eu expliquei que eu queria ter feito isso já há algum tempo, pois fiquei sabendo que entravam lá em casa sem eu saber, até sumiu coisas que nem eram minhas lá, então, como já estava ruim mesmo a fechadura, e devido ao episódio de ontem (dia 12), eu vim a trocar o miolo da fechadura. Ela não esquentou, disse que deixou aquela casa comigo então tinha direito de fazer o que quisesse. Agora, o pessoal não ficou sem água porque eu tranquei a casa, pois existe uma passagem pra trás da casa onde se pode subir até a caixa d'água. Então, o meu primo ficou em casa, e podia ter ido lá se hovesse mesmo necessidade...
Hoje, dia 24 de abril. De manhã fui lá na caixa e coloquei uma mangueira de lá até a caixa da minha avó. Como ainda tenho um pouco mais de 2/3 de água e são duas caixas, eu fechei a passagem das duas caixas e vou passar a água de uma pra ela.

sexta-feira, 9 de abril de 2010

Conhecendo Melhor Santa Cruz











O tempo etsá louco. De manhã fez sol, depois nublou, depois voltou o sol, choveu com sol, fechou o tempo e choveu muito, fez sol, foi assim durante o dia todo.




Acordei tarde, minha avó dizendo que tava caindo muita água lá de cima, eu fui ver e era lá da pedra, claro que por causa desses dias todos com chuva. E minha tia dizendo que a casa tá um perigo porque tá toda úmida, quer dizer, ela deve ter entrado na casa pra ver... vou logo trocar a fechadura de lá. Cheguei no trabalho 11:30h.




Cheguei no trabalho as 11:30h. O pessoal (carlinhos, Gilberto, Washington e o Rogério motorista) tinha ido na Grota Funda e no Grumari. Ainda tá tudo interditado. No Grumari, parte da pista cedeu.




Durante o almoço fui no Santa Cruz Shopping, vi uma exposição sobre a história de Santa Cruz e Dr. Julio Cesário de Melo. Resumindo, a área de Santa Cruz era muito valorizada pelos Imperadores no século XIX, mas com a queda do Império pela República, a área foi desprivilegiada por causa disso. Na época de Getúlio Vargas, Dr. Julio Cesário de Melo, médio e farmacêutico, entrou na política e conseguiu trazer grandes progressos para área. Por aí... Vejam a exposição, é bem interessante.

quarta-feira, 7 de abril de 2010

Terceiro dia sem aula...




Continua o tempo ruim no Rio! Hoje fui na Grota Funda com o Fábio pra ver a situação lá. Filmamos e tiramos fotos. Tá interditado e talvez amanhã esteja liberado, mas tá muito feio lá...
Levei sopa de lentilha com grão de bico da minha mãe.
A circulação dos trens estava normal. Hoje vi como estou trabalhando longe: Em cada estação o tempo tava diferente, saí de casa com o cé nublado, depois estava chuvendo muito, depois fazia sol, depois chovia, depois chuviscava. Também, chegava na estação de Campo Grande e via que ainda faltavam mais 20 minutos de viagem... Desanimador...
Vim pra casa tranquilo. Consegui me conectar de graça no Msn pelo celular a partir de Bangu.
Em casa aluguei Dragon Ball Evolution. Sei que é ruim, mas tive curiosidade de saber como é. Terrível, medonho, mas visível...
A Patrícia me ligou hoje, dei mole de confundir a voz dela com a da Aline. Mas há de me desculpar, já que tem tempo que não me liga, e tenho tido mais contato com Aline do que com ela... Mas foi tudo bem, me deu seu celular da Claro, assim fica mais fácil de ligar pra ela. Eu ligaria amanhã, só que só entra crédito do dia 13 ou 14. Por enquanto só SMS.
Agora to aqui escrevendo. Chega por hoje.

segunda-feira, 5 de abril de 2010

Muita Chuva! Quase 4 horas na Av. Ziquizira (Brasil)!











Depois desse feriadão desde quarta-feira (Semana Santa), hoje fiquei preocupado com o trabalho que temos que entregar e apresentar na faculdade, na matéria de Introdução à Engenharia. Fui abrir o e-mail pra copiar o trabalho escrito e começar a fazer os slides. Mas quando fui ver, alguém do grupo já havia feito. Menos mal, eu imprimi pra poder decorar o conteúdo pra apresentar na aula.








Eu pensei em sair umas 16:30h daqui da CET-Rio, em Santa Cruz, mas chovia muito. Eu estava fazendo os exercícios on-line da matéria de Introdução aos Estudos Universitários I. Ao mesmo tempo estava no Msn (pelo Imo, pois aqui é bloqueado), conversando com a Laura, a Patrícia (do Oswaldo Teixeira, que tinha muito tempo que não conversava direito) e o Raphael Moska que me pediu o número do Jocélio, pois ele deve saber como fazer uma impressão em vinil, eu indiquei ele. Não fui bem no trabalho on-line... mas vou recuperar depois. A Patrícia estava muito simpática hoje, vou tentar marcar um dia pra sair com ela.






Como não tinha guarda-chuva, esperei a chuva baixar. Esperei a carona do motorista pra pegar o trem ali na estação. Fomos Vanessa o motorista e eu. Mas chegando na estação, o trem já tinha saído, pelo horário. Então preferi descer de carro. Continuei a viajem com o motorista Rogério... foi meu erro!






Deixamos a Vanessa na casa dela, na Estrada da Posse, e seguimos pra Piedade. Só que ele, ao invés de sair eu Guadalupe ou depois, por onde eu sairia, preefriu pegar a Linha Amarela. Disse que era mais rápido. Passamos por Irajá, Penha... chegando em Bossucesso ficou tudo parado, por causa da chuva. Chovia muito, sem parar. Ficava mais fraca e depois mais forte, só não parava. Sei que saímos daqui eram 17:15h, chegamos na Penha, onde ficamos parados umas 18:22h. Depois deu 19h, 20h, dormi... acordei eram quase 21h... Liguei o rádio do celular, que descobri que é digital, pois na estação 95,7 ficava escrito Sulamérica Paradiso e o nome da música. Nunca vi isso...






Até que uma bendita alma foi ali na frente e cnversou com alguns motoristas para abrirem passagem pra que pudéssemos fazer uma bandália subindo o canteiro que divide a pista expressa pra pista da direita e entrar numa rua vazia que vai pra Olaria. Foi a nossa salvação. Já eram 22h... Demos voltas mas conseguimos chegar em casa. Ele me deixou na minha casa às 23h.






Ainda era aniversário da minha mãe! Já tinha dado o beijo nela de manhã. Só não comrei nada pra ela... mas vou dar ainda. No domingo dei um coração de Sonho de Valsa.












De manhã ainda fui em Campo Grande pro café da manhã dos aniversariantes do mês. também foi aniversário da Valéria e de mais alguém da SMTR. Quer dizer, teve bolo na CET e também na SMTR. Passei a música "Lindo Céu" pro celular da Valéria da Xerox.












Por hoje chega!